
Sete Barras inaugurou, nesta terça-feira (13), a Sala DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), um espaço destinado ao acolhimento e atendimento de mulheres vítimas de violência. A estrutura funciona na Delegacia de Polícia do município e busca oferecer um ambiente reservado, seguro e adequado para o registro de denúncias e o encaminhamento das ocorrências.
A inauguração foi conduzida pela delegada titular de Sete Barras, Lucinete Gomes, e contou com a presença do prefeito Ítalo Costa; do vice-prefeito e secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Charles Aguiar; da primeira-dama e secretária municipal de Assuntos Jurídicos e Segurança Pública, Paula Riguete Costa; do delegado seccional de Polícia de Registro, Marcelo Freitas; e das representantes do Conselho Tutelar, Lusely Lourenço e Naira Gonçalves.

A Sala DDM integra o programa estadual SP por Todas e o Programa SP Mulher, iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher, à ampliação do atendimento especializado e ao fortalecimento da rede de proteção às vítimas.
O espaço foi planejado para garantir mais privacidade e acolhimento, permitindo que as mulheres relatem situações de violência com maior segurança e recebam orientações sobre seus direitos e os mecanismos legais de proteção. O modelo estadual das Salas DDM também prevê a possibilidade de atendimento remoto por profissionais especializados, ampliando o acesso aos serviços da Polícia Civil.
Para o prefeito Ítalo Costa, a implantação representa um avanço na proteção e na garantia da dignidade das mulheres do município.
“Mais do que um espaço físico, estamos falando de um local onde as mulheres poderão encontrar acolhimento, respeito e segurança em momentos de extrema vulnerabilidade. Muitas vezes, o medo e a falta de apoio dificultam a denúncia. Por isso, oferecer um atendimento humanizado e reservado faz toda a diferença. Nosso compromisso é fortalecer cada vez mais a rede de proteção, para que nenhuma mulher se sinta sozinha diante da violência”, destacou o prefeito.
A iniciativa também busca fortalecer a atuação integrada entre a Polícia Civil, os serviços de assistência social, a saúde e outros órgãos responsáveis pelo acolhimento e acompanhamento das vítimas.
Além de contribuir para o enfrentamento da violência doméstica e familiar, a nova estrutura reforça a importância de incentivar as denúncias e garantir que as mulheres tenham acesso à informação, à orientação e aos instrumentos de proteção previstos na Lei Maria da Penha.
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